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Distrito Federal Inaugura Usina Solar

Distrito Federal Inaugura Usina Solar

Nova usina solar é inaugurada no Distrito Federal com capacidade de produzir 1,5 milhão kW/hora ao ano

 Tendência dentro e fora do Brasil, a migração energética para fontes renováveis como a fotovoltaica têm crescido cada vez mais. Seguindo essa inclinação a adesão de energias limpas, foi inaugurada no Distrito Federal, na região de São Sebastião, uma usina solar com capacidade de produzir 1,5 milhão de quilowatts/hora ao ano.

O projeto da usina conta com 9 mil geradores capazes de captar luz e converter em energia elétrica. O total produzido é suficiente para abastecer 2,8 mil casas populares. A iniciativa é parte do plano 2019-2060, que conta com estratégias que visam consolidar as formas de energia renováveis na região do Distrito Federal.

O Brasil tem muito potencial quando se trata de geração de energia solar. Dentro do país, a capital federal é um dos locais mais beneficiados para aderir a essa fonte energética por conta da irradiação elevada. Na região Centro-Oeste, há uma taxa de irradiação semelhante a que ocorre no Nordeste.

 

Brasília em destaque no cenário nacional

 Brasília desponta como possível impulsionadora da energia solar no país, de acordo com estudo realizado em 2016 pela WWF Brasil (Fundo Mundial para a Natureza). Devido aos altos índices de irradiação nos períodos de seca na região, que dura quase seis meses ao ano, bastaria instalar placas fotovoltaicas em 0,41% da área total do DF para que toda a necessidade energética da área fosse suprida por energia solar.

 

Benefícios para o meio ambiente

 Um dos pontos que levou o governo local a aderir à energia fotovoltaica foi a contribuição com um meio ambiente mais sustentável. Além de ser limpa, renovável e inesgotável, a fonte solar contribui para a redução de CO2 na atmosfera.

 

Crescimento da energia solar

 Apesar da matriz energética ainda ser composta em sua maioria por fonte de energia proveniente de usinas hidrelétricas, cerca de 80% vindo de Furnas e 20% de Itaipu, há um aumento na demanda por outras fontes de energia.

Brasília não está sozinha nesse quadro. No Brasil inteiro, é estimado que mais de 95% da energia elétrica consumida seja proveniente de usinas hidrelétricas. Apesar de ser considerada uma fonte renovável e não produzir poluentes, possui muitos pontos negativos relacionados aos impactos sociais e ambientais causados. Nesse contexto, a energia solar emerge como uma alternativa sustentável para o meio ambiente e com impactos mínimos para a sociedade.

A energia fotovoltaica se destaca pelo seu potencial para diversificar a matriz energética da capital, ainda muito dependente do Sistema Interligado Nacional (SIN). Os consumidores também têm optado cada vez mais pela fotovoltaica. Em 2018, houve um aumento de quase 100% no número de novas unidades consumidoras (UCs) no Distrito Federal, quase dobrando o número de UCs cadastradas. De acordo com a Companhia Energética de Brasília (CEB), no ano de 2018 foram calculadas 407 novas unidades consumidoras, 196 a mais do que em 2017.


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