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Economia e sustentabilidade aliados ao crescimento da Energia Fotovoltaica

Economia e sustentabilidade aliados ao crescimento da Energia Fotovoltaica

A maior parte do consumo da energia fotovoltaica é residencial. Impulsionados pelo bem do próprio bolso e do meio ambiente, consumidores buscam cada vez painéis solares.

Pronto para viver seu melhor momento, o mercado fotovoltaico brasileiro deve receber ainda neste ano uma injeção de investimentos que chegam a somar mais de R$ 16 bilhões. Seja por causa da economia ou do meio ambiente, o fato é que a energia solar está sendo cada vez mais inserida no cotidiano das pessoas.

Segundo um levantamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as instalações de painéis solares tiveram o aumento de 560%. Outro marco no setor foram os 2 gigawatts (GW) de potência instaladas de Norte a Sul do país. Dentro deste quadro, a maior parte é consumida por residências que somam 72,6% da potência.

 

Bandeira vermelha e geração distribuída

 

O Brasil é um dos países com a taxa de energia elétrica mais caras do mundo, por isso muitos consumidores optam pela instalação de painéis solares. Um investimento que dura no mínimo 25 anos e que pode reduzir a conta de luz em até 95%. Isso porque, desde 2012 o consumidor pode utilizar a geração distribuída como uma aliada.

Pelas regras desse sistema, o cliente deve conectar seu gerador ao poste da distribuidora, sendo compensado em créditos pela energia excedente que ele injeta na rede elétrica. Por sua vez, os créditos compensam a energia consumida da rede durante os dias chuvosos, nublados ou no período da noite. Desta forma, o consumidor sempre terá créditos para utilizar, ficando livre do valor tarifário das companhias elétricas.

 

Cidade solar brasileira

 

Pensando em unir economia e sustentabilidade, uma fazenda de geração de energia foi inaugurada no Mato Grosso do Sul, no Centro Oeste do Brasil. A Cidade Solar que conta com 14 hectares e 120 clientes, abastece energeticamente supermercados, hotéis, restaurantes, escritórios, casas residenciais, entre outros. O espaço que  possui a capacidade de produção de 9,36 milhões de KW/h por ano, utiliza 18 mil placas solares. Essa capacidade energética é capaz de abastecer ao ano em média 5,2 mil casas populares.

O sucesso da iniciativa foi tão grande, que o governo estadual do Mato Grosso do Sul está na elaboração de mais planos com a energia fotovoltaica. Um dos objetivos é abastecer propriedades ribeirinhas e rurais com a energia solar. A meta é instalar no Pantanal, mais de 1,7 mil painéis solares.

 

Energia fotovoltaica é aposta para os próximos anos

 

Um dos recursos naturais em maior abundância no Brasil, é a luz solar, por isso, estima-se que a geração de energia fotovoltaica aumente em 44% da sua capacidade de geração em relação ao ano anterior. Estudos ainda mostram que até 2027, o país possua uma capacidade instalada de 8,6 GW.


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