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Maracanã Solar

Maracanã Solar

Um dos cartões postais do Rio, ícone internacional no mundo do futebol, o Maracanã vai ser também símbolo de sustentabilidade. O estádio passa a contar agora com uma usina fotovoltaica, instalada com investimentos privados no valor de R$ 12 milhões, a partir de parceria entre a Light Esco, braço de soluções energéticas do Grupo Light, e o Grupo EDF – Electricité de France.

“O Maracanã Solar é um projeto inovador e que marca a inserção da energia solar, uma fonte irrestrita, limpa e gratuita, na matriz energética estadual”, destaca Marco Antonio Donatelli, diretor presidente da Light Esco.

O projeto integra o Programa Rio Capital da Energia, do Governo do Estado, que soma hoje R$ 2,5 bilhões em investimentos entre cerca de 60 projetos voltados para a sustentabilidade no setor de energia. Criado em 2011, o Programa quer fazer do Rio de Janeiro um centro de excelência mundial na área de energia, e tem como objetivo incentivar projetos sustentáveis, com base em seus três principais pilares: a economia de baixo carbono (economia verde), inovação tecnológica e eficiência energética.

“O Maracanã é uma excelente vitrine para propagarmos esse tipo de ação sustentável que pretendemos incentivar no Estado”, avaliou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno, que preside o comitê executivo do Programa Rio Capital da Energia.

Para a construção da usina, foi instalada estrutura metálica de 183 toneladas sobre o anel de compressão, que suporta a nova cobertura de lona tensionada do estádio. São 1.552 módulos fotovoltaicos, totalizando uma área de 2.380 m2.

“O Grupo EDF, na condição de maior gerador mundial de energia elétrica, colocou em prática, nesta usina solar do Maracanã, todo o seu conhecimento tecnológico nessa área, viabilizando uma unidade fotovoltaica no estado da arte: segura, eficiente e duradoura”, disse Patrick Simon, diretor-presidente do Grupo EDF no Brasil.

A usina tem uma potência instalada de 400 kW pico, podendo atingir uma geração de 500 MWh por ano, o equivalente ao consumo anual de 240 residências. Dessa forma, o Maracanã Solar participará ativamente da iluminação dos grandes eventos que ocorrerão no estádio daqui pra frente.

“É uma grande conquista ver hoje o mais famoso estádio do mundo, o terceiro local mais visitado do Rio, combinando tecnologia com a história do futebol e dos cariocas. Será a usina solar mais conhecida do Brasil”, afirmou Rodrigo Vieira – Subsecretário de Projetos Especiais da Secretaria da Casa Civil do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Além do Maracanã Solar, o Programa Rio Capital da Energia integra outros projetos voltados a esse tipo de geração, entre eles, a Biblioteca Parque, inaugurada em março de 2014, também abastecida com painéis fotovoltaicos. Há ainda estudos para adotar o mesmo tipo de geração em outras bibliotecas estaduais, bem como em outras instalações do complexo do Maracanã, como o Maracanãzinho, o Parque Aquático Júlio de Lamare e o Estádio de Atletismo Célio de Barros.

Rumo à sustentabilidade

A utilização de energia renovável com geração local representa um marco de sustentabilidade e compromisso com o meio ambiente. Com baixos custos operacionais e performance garantida por mais de 20 anos, a energia solar é a fonte mais limpa de produção de energia elétrica, colabora com a redução na emissão de CO2 na atmosfera e a geração local desonera todo o sistema de transmissão e distribuição de energia.

A implantação do sistema fotovoltaico contribui para modernização tecnológica do estádio. O Maracanã passa a contar com geração e consumo no mesmo local (sistema net metering), não onera o sistema de distribuição e transmissão, e ainda converge com objetivos do Governo em transformar o Rio de Janeiro em Cidade Sustentável.


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