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Por que a energia solar fotovoltaica se tornou tão atrativa?

Por que a energia solar fotovoltaica se tornou tão atrativa?

Não é novidade que a energia solar fotovoltaica é uma das fontes que mais crescem no País. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o crescimento neste ano deve chegar a 44% da capacidade de produção, chegando a 3,3 gigawatts (GW). Isso deve a fatores atrativos, como a queda no custo de instalação e de equipamentos, e também no aumento das instalações por parte das empresas e condomínios residenciais. No setor comercial, várias redes varejistas estão implementando usinas como fonte de energia econômica e retornável de custos a longo prazo.

O crescimento desse mercado no País, tem como causa a diminuição no valor de instalação inicial. Neste caso, o baixo custo da tecnologia ainda está acompanhado de outro fator muito importante: a energia elétrica convencional – gerada pelas redes que operam nos estados – têm cada vez mais tarifas altas. Isso implica no crescimento da solar fotovoltaica no Brasil. De acordo com levantamentos, houve uma queda no custo de equipamentos em torno dos 30% no último ano. Quando se compara a instalação, houve uma retração de 40% do valor no mesmo período, no ano passado. 

Quem mais contribui com esses crescimentos são os grandes parques: quase 62% dos 3,6 w vem desses lugares. Eles são chamados de usinas. Eles fornecem energias para grandes empresas instaladas, no País, e permitem que o módulo seja injetado na rede. Uma das medidas que contribuíram para isso foi uma resolução da Aneel, em 2015, que permite que instalações à longa distância possam servir lojas em outros locais, como por exemplo, a rede de fast fashion Renner. A empresa firmou acordo com uma especialista na área, em que permite a instalação desses painéis, servindo lojas a 120 quilômetros de distância, no Rio de Janeiro. 

A resolução, que é registrada como 687/2015, também permite a geração compartilhada – o que vem permitindo a ampliação do setor elétrico em condomínios residenciais, empresariais e comerciais.  Nesses casos, um sistema central, como uma usina, é instalado em área comum do condomínio – o qual é projetado levando-se em conta o consumo elétrico total do empreendimento – ou seja, da área comum e de cada casa/apartamento. Nesses casos, os condôminos realizam uma assembleia e decidem se optam pela energia solar no condomínio. Após a instalação, há uma possibilidade de retorno da rede em até 60 dias. 

Financiamento para Energia Solar

Um dos motivos, também, para o crescimento são as linhas de financiamento. No mercado, hoje, há 70 linhas de créditos em 26 instituições bancárias diferentes, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar). De acordo com a Absolar, em um estudo conjunto com Clean Energy Latin America (CELA), foram investidos nos últimos R$ 5,1 bilhões no setor, através desses fundos de financiamento. Uma das vantagens concedidas, agora, é que pessoas físicas podem solicitar junto às instituições, abrangendo para todos os tipos de consumidores. O crédito fornecido costuma atender até 100% do projeto, que vai desde a compra dos equipamentos aos custos com a instalação, por meio da mão de obra.


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